Gerindo as mudanças >>>.Capítulo 13

GLOBALIZAÇÃO

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A globalização é um feGLOBALIZACAO_16.JPGnômeno que ocorre em nível global. Não podemos mais escapar da globalização. Somos o resultado de movimentos de pessoas que buscam novas formas de vida, mercados de trabalho, oportunidades, espaços, e assim por diante. Tal contexto ocorre nos ambito das organizações também. Tudo isso, ocorre especiamente para atender as evoluções do capitalismo e também dos países desenvolvidos, afinal, inovações tecnológicas e o fluxo comercial mundial não param de crescer.

É importante dizer que o movimento de globalização trouxe tanto problemas quanto oportunidades. São inúmeras as oportunidades: as inovações tecnológicas que foi um dos fatores que pormoveram a globalização fez possível a difusão das informações entre diferentes cluster da sociedade e organizações (tópico este trabalhado por outro grupo), ligando os mercados do mundo; com relação ao fluxo comercial, logo é possível pensar na modernização dos transportes, que por sua vez promovem a mundialização dos produtos.
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Porém, evidências danosas também são encontradas. É um fato que o distanciamento entre as nações desenvolvidas e as subdesenvolvidas vem crescendo com o crescer do processo de globalização. O que ocorre é que o processo de integração entre as nações não é tão verdadeiro, na medida em que se excluem as nações periféricas. Além disso, a globalização não só prejudica os países em desenvolvimentos, mas também os desenvolvidos. O comércio com os países subdesenvolvidos cria também a desiguldade nos industrializados, na medida em que pessoas de baixo nível de educação que vivem lá, sofrem com a queda de contratações da mão de obra não qualificada em mais de 20%.

São de diversas formas que a oposição reage contra a globalização. Através de movimentos estudantis, sindicato ou qualquer outro movimentos contra o Estado, eles buscam retalhar os efeitos da globalização. Entretanto, o que não fica muito claro são suas sugestões. Em outras palavras, retalhações ocorrem a todo momentos, porém soluções de melhoras não.


Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/globalizacao.htm
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Fotos: http://sanzalando.blogspot.com



Pergunta:
A partir dos pros e contras apresentados na introdução acima, que solução você sugeriria para aqueles que vão contra a globalização, ou seja, em que os opositores da globalização deveriam se apoiar?



Geovanna S. Smaniotto




Globalização e comunicação


Aqui relacionaremos dois temas diretamente ligados: comunicação e globalização. Uma maneira incompleta, porém não errônea de se definir globalização é afirmar que globalização é comunicação em tempo real. A relação entre comunicação e globalização é tão forte que às vezes fica difícil distingui-las. Aqui nosso propósito é trabalhar essa relação.
A evolução do processo de globalização se dá à medida que os homens se integram mais e mais. Não é possível pensar integração sem comunicação, a comunicação precede a integração. Então o que estamos querendo dizer que sem comunicação não existe integração e, logo, não existe globalização. Aqui notamos uma relação de dependência do processo de globalização à comunicação. As restrições da comunicação limitam a evolução do processo de globalização. Quais duas barreiras da comunicação que restringem o processo de globalização? Linguagem e veículo de comunicação são barreiras clássicas da comunicação a nível mundial e, conseqüentemente, um obstáculo a evolução da globalização.
O que impede um chinês de se integrar com um argentino? (desconsidere a questão geográfica, pois essa será discutida adiante quando falarmos sobre o veículo de comunicação como uma restrição ao processo de globalização) Porque eles não entendem uma palavra que o outro diz. Daí surge à necessidade de uma língua universal. Principalmente no mundo organizacional, pense comigo como empresas com operações internacionais poderiam ser geridas, como importações e exportações seriam possíveis, como tecnologias viajariam o mundo? O inglês surge como uma solução para o problema, não é surpresa para ninguém que o inglês é tido como a língua mundial, mais ainda comum apelidarmos o inglês como a língua dos negócios (o que comprova o impacto e a forte relação com o mundo organizacional). Porém, cabe aqui uma discussão interessante: até que ponto o inglês é uma solução definitiva e completa? Que porcentagem da população mundial fala inglês? Quantos são os realmente fluentes em inglês? Aqui, podemos ver uma das facetas segregadoras da globalização, um processo heterogêneo que privilegia as classes mais abastadas.
Discutiremos agora a outra limitação da comunicação que restringe o processo de globalização, que é o meio/veículo de comunicação capaz de integrar todos. Mesmo que chinês e o argentino falassem a mesma língua, como eles se comunicariam? Aqui podemos notar uma influência pesada da tecnologia.Principalmente após o fim da Segunda Guerra Mundial, os meios de comunicação evoluíram absurdamente, caberia aqui artigos e artigos para descrever a evolução dos meios de comunicação ao longo desses anos, entretanto esse não é nosso interesse aqui.A internet é , sem dúvida, o mais rápido, mais barato e mais difundido meio de comunicação em escala mundial. A internet é, sem dúvida, a grande ferramenta desse processo conhecido como globalização. Pessoas do mundo inteiro, se interagem, trocam informações, fazem negócios, criam laços de amizades, enfim tornando o mundo cada vez mais um (o que é nada mais do que globalização). Não seria possível pensar globalização tal como ela é concebida hoje sem meios de comunicação de abrangência mundial. A internet tem se democratizado cada vez mais, mas esse ainda é um processo incompleto e não deixa de ser uma faceta segregadora da globalização.
Através da visualização desse cenário podemos constatar uma série de oportunidades e desafios para o mundo organizacional. Uma delas é estrutura de redes que tem modificado a maneira de pensar as organizações, é uma oportunidade de aumentar a eficiência, porém é um desafio trabalhar com uma maneira totalmente nova e desconhecida de estrutura organizacional. Aqui podemos fazer uma interessante relação com dawnismo organizacional e a escolha estratégica. Apenas as novas organizações adeptas serão capazes de sobreviver a esse novo mundo organizacional? as tradicionais empresas serão capazes de se reformularem e continuarem competitivas? São questões a serem pensadas.


Fonte: http://www.portaldafamilia.org/artigos/artigo114a.shtml

Cirillo Mendes Ribeiro




Globalização e o filme "Mondovino"


A globalização vem sendo um processo de integração que atinge os âmbitos da política, sociedade, cultura e economia. A busca por novos mercados no mundo capitalista faz com que esse processo se desenvolva cada vez mais, atingindo assim o maior número de pessoas.

É interessante interligar esse tema com uma análise do filme “Mondovino”. O filme apresenta os caminhos do vinho e o processo de globalização de seus sabores, exemplificando o assunto através das observações do acontecimento em diversas regiões do mundo. A tradição e a tecnologia são confrontadas, de modo que o filme apresenta como as grandes organizações do vinho se relacionam com os pequenos e tradicionais vinicultores.

Observando a cena em que a família Mondavi (pai e filho) comenta sobre como a globalização vem modificando o mercado do vinho, pode-se entender a situação atual desse ramo. O mercado cresceu e hoje mais pessoas têm acesso ao vinho; por conta disso, o mercado tem determinado o seu gosto, o modo como quer o produto. A tradição não leva em conta isso; os vinicultores tradicionais pensam no valor cultural de seu produto e não em agradar todos os tipos de pessoas. O pai e o filho Mondavi falam sobre como o crescimento de sua empresa (hoje o maior produtor de vinho da Califórnia) foi o resultado da combinação entre a adaptação ao ambiente e a implementação da tecnologia, reagindo como resposta a globalização.


Portanto, percebe-se no filme como a globalização vem fazendo com que cada vez mais o mercado do vinho apresente um produto mais uniforme, que caia no paladar do maior número de pessoas, formando assim um aglomerado global que permita maiores mercados evitando assim a saturação dos mercados das grandes organizações.

Para isso, utilizase de agentes como, por exemplo, Michel Rolland, um “consultor de vinhos” que tem o objetivo de fazer com que o produto se torne mais aceitável em termos globais. Como ele próprio diz, tem 102 clientes em 14 países, mostrando assim a grandiosidade do sistema que envolve a globalização do vinho.

Clique para ver um trecho do filme no YouTube,
disponibilizado pelo Grupo 2

Marcus Vinicius Pavim

Fonte: http://revistaadega.uol.com.br/Edicoes/2/artigo11837-1.asp






Pesquisando os efeitos da globalização em nossas atuais organizações, encontrei o seguinte texto:

A influência da globalização nas organizações brasileiras


O processo de globalização fez com que o ambiente das organizações sofresse grandes mudanças numa velocidade nunca vista antes na história da humanidade, e que até os dias atuais não foi totalmente compreendido.

Até o final dos anos 80, as empresas brasileiras contavam com um mercado protecionista, tinham poucos concorrentes e não investiam muito em inovação e, com isso, seus parques industriais estavam cada vez mais ultrapassados. No início dos anos 90, a globalização passou a ser realidade nas empresas brasileiras a partir da abertura do mercado nacional para investimento de outros países, além da estabilização econômica e implantação do plano Real.

As nossas empresas precisavam estar preparadas para a globalização, que era inevitável, e para isso, deveriam atender os consumidores internos e externos com produtos e serviços de qualidade, tendo em vista que os produtos estrangeiros contavam com uma tecnologia mais avançada que os nacionais e eram mais baratos.

Inicialmente as empresas tiveram que avaliar e mudar a estrutura organizacional de modo a se adaptarem ao novo processo que se iniciara. A cultura organizacional destas empresas também foi profundamente afetada, tendo em vista que todos que participavam da organização tiveram que romper com conceitos antigos e se voltarem para a atualidade, onde a quantidade de informações e a rapidez nas mudanças é cada vez maior.

Depois de uma reestruturação no ambiente organizacional, as empresas passaram a ter como foco principal a satisfação do cliente, que se tornou mais exigente por produtos e serviços de qualidade. Para isto, a formação do profissional para atender este cliente se tornou mais evidente, aumentando os investimentos na área de recursos humanos, que visavam o treinamento especializado, de modo a preparar o profissional de acordo com as tendências do mercado. O que vemos hoje é o aumento de universidades corporativas nas empresas, que treinam seus funcionários para as diversas áreas da organização, oferecendo cursos de graduação, pós-graduação e até mestrado, de modo a obter a eficiência máxima deste empregado, além de o reter para a organização.

As empresas investiram também na modernização de seus parques industriais, utilizando-se de robôs, máquinas e equipamentos tecnológicos atuais, visando reduzirem custos, produzirem com qualidade e máxima eficiência. O resultado é que as empresas nacionais se tornaram fortes e competitivas, alcançando novos mercados e se tornando sólidas suficientemente para lidar com as eventuais crises que possam ocorrer no cenário global.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/a_influencia_da_globalizacao_nas_organizacoes_brasileiras/26587/

Comentário pessoal :

Após a leitura do texto, nota-se que ele não possui nenhuma abordagem teórica mais profunda, porém relata bem como as organizações atuais vêm mudando com as consequências da globalização. Em uma parte do texto, o autor comenta que há, com os efeitos da globalização, a necessidade de abandono de antigos conceitos, por parte dos atuais gestores e funcionários das organizações. Tal fato não é perfeitamente uma verdade, apesar de estar se concretizando nos dias de hoje. O texto também fala de como a globalização e os recursos tecnológicos estão contribuindo para o aumento da eficiência operacional nas organizações. Podemos nos remeter ainda, ao fato da máxima eficiência do trabalhador, em que o texto aborda como ocorre a preparação do trabalhador nas organizações. Podemos então, relacionar tal afirmação com alguns dos objetivos da Administração Científica, e também algumas concepções de Taylor, em relação a obtenção do máximo proveito e eficencia do trabalhador, e como a globalização vem contribuindo para que se atinja tais objetivos nas atuais organizações.

Alguém consegue enxergar alguma outra relação?

Caio Lousa.



Comentário Grupo 5: André Boesso, Caio Siemionko, Leonardo Natali e Matheus Braz

Tomando a discussão que tange as mudanças na cultura organizacional brasileira dado a influência da globalização, achamos importante destacar o processo de adaptação cultural tanto em aspectos internos à organização - como funcionários, diretoria etc - como aspectos externos, tais como os consumidores. É visível que, desde a abertura econômica brasileira e o início de uma competição entre produtos externos e internos, as empresas brasileiras evoluíram; tiveram que sair do comodismo de um mercado de poucos regulamentos e pouca pressão de forças externas para um de grande competitividade. Porém, apesar de tal evolução se mostrar clara quando olhamos para questões como recursos humanos e modernização estrutural, não percebemos o mesmo desenvolvimento no que tange a procura incessante de satisfazer os clientes, principalmente os consumidores do mercado interno.
Todos sabemos como é difícil lidar com as organizações em questões como troca de produtos, devolução de dinheiro etc. Isso prova que, no Brasil, a questão dos direitos do consumidor ainda é pouquíssimo desenvolvida, o que, para um mundo globalizado, é uma vergonha.
As empresas brasileiras em sua maioria ainda acham que seus clientes são apenas uma parte insignificante do negócio; poucas são as que os respeitam e facilitam sua vida como fazem muitas empresas estrangeiras em seus países. Pensar em lutar por direitos do consumidor no Brasil é uma "tortura"; os consumidores brasileiros ainda sentem-se explorados mesmo diante de um cenário mundial de globalização em que as melhores práticas deveriam ser importadas em nome da competitividade. Percebe-se, portanto, que nesse aspecto ainda há muito a ser feito para tornar o Brasil um país globalizado.




Colaboração do grupo 9

Comentando a respeito do primeiro texto da página, acreditamos que a globalização, universalmente falando, traga mais benefícios do que malefícios. Acreditamos que por mais que exista diferenças entre os países subdesenvolvidos e desenvolvidos, a relação de ambos acontece de uma maneira muito mais profunda e assuntos econômicos são colocados em pauta com uma frequência muito maior. A ajuda mútua também ocorre (um exemplo disso foi a ajuda que o Haiti recebeu de diversos países). O fluxo de informações e um maior diálogo entre os países é também um sinal positivo da globalização.



Referências Adicionais


Quem se interessar pelo assunto de Globalização, nesse site podem encontrar diversas notícias, histórias e vídeos a respeito de Mercados Globais, Pobreza Mundial, Globalização e as suas relações.

http://www.globalenvision.org/

-- João Victor B. de Oliveira